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Em Portugal não há nenhum plano de eHealth


03/08/2012


No estudo  Paulo Moreira – Nos Estados Unidos estima-se que seja de quase 30% em redução de custos. Em média, qualquer sistema deverá resultar numa redução de custos entre os 15 e os 30%. Mas a questão passa pelos custos de introdução dos sistemas que podem ser elevados. Noutros mercados os custos de introdução são partilhados entre os vários sectores envolvidos, o da saúde, o das telecomunicações e por vezes até a indústria farmacêutica, e outras. Quem percebe o potencial destes sistemas tem a noção de serem uma solução para a sustentabilidade dos serviços nacionais de saúde. Mas na crise internacional, e num ambiente de cortes orçamentais, não é bem visto a não ser que seja investimento partilhado com outras indústrias.
  • Em Portugal, vão crescer muito devagar. Até porque existem conflitos de interesse, não esperamos que os hospitais fiquem excitados com os sistemas de eHealth.
  • Claro, do ponto de vista sistémico é. Mas não podemos querer contar com hospitais como fomentadores disso. É importante trazermos outros agentes.
  • No futuro, potencialmente. Tem de ser bem regulado, pelo Estado, mas neste momento temos o oposto. Temos inovação com grande potencial que não está a ser adoptada.
  • A questão foi abordada no estudo, mas os profissionais não lhe deram muita importância. Quando se pergunta quais são as desvantagens ou vantagens mais relevantes, a segurança não tem grande visisbilidade.
  • É uma questão cultural do próprio sistema de saúde. A formação nas inovações é direccionada para os profissionais mais seniores. É um privilégio deles e isso deixa os jovens de fora. O nosso estudo tropeça nessa realidade.
  • Tem de haver uma mudança cultural, mesmo. É importante dar visibilidade a este problema.
  • Só um terço admitiu usar ou ter usado. Não é um dado que me surpreenda porque na realidade grande parte dos sistemas existentes não estão implantados. Muitas tecnologias associadas à teleconsulta, à telemonitorização  e ao apoio domiciliário em Portugal simplesmente não existem. Os médicos e outros técnicos também têm uma visão redutora face à grandeza do potencial e diversidade do e-health.
  • Sim. O nosso mercado está muito influenciado pelo conceito de telemedicina. Este é muito redutor e muitos países subdividiram-no. Daí em inglês se ter introduzido o conceito de "telehealth" e "telecare" – de "telecuidados" de saúde.

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